• Quem Somos?
  • Política de Privacidade

Sidebar

  • Quem Somos?
  • Política de Privacidade

Magazine menu

  • Entrada
  • Notícias
    • Regionais
    • Nacionais
    • Internacionais
    • Desporto
  • Rubricas
    • Consultório do Consumidor
    • Saborear com Peso e Medida
    • Consultório Médico
  • Crónicas
    • Solta-mente
    • Barrigas a Crescer
    • Tempo de Crónicas
  • Vídeos
  • Fotografias
  • Música
Mais Algarve Mais Algarve Mais Algarve O ALGARVE NUM CLIQUE!
15
Ter., Out.
41 Novos Artigos
  • Entrada
  • Notícias
    • Regionais

    • Nacionais

    • Internacionais

    • Desporto

  • Rubricas
    • Consultório do Consumidor
    • Saborear com Peso e Medida
    • Consultório Médico
  • Crónicas
    • Solta-mente
    • Barrigas a Crescer
    • Tempo de Crónicas
  • Vídeos
  • Fotografias
  • Música
  1. Está em...  
  2. Rubricas

Destaque

Consultório Médico

Plataforma Portuguesa pretende Reduzir Impacto Social da Dor

Detalhes
15 outubro 2019

A plataforma SIP Portugal vai ser oficialmente apresentada, no próximo dia 18 de outubro, pelas 17 horas, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A iniciativa assinala também as comemorações do Dia Nacional de Luta Contra a Dor.

“A nossa prioridade, para este primeiro ano de atividade, é identificar e combater os principais problemas relacionados com as pessoas com dor crónica, em contexto laboral/profissional, de forma a permitir o retorno e a manutenção da atividade laboral. Estamos empenhados no desenvolvimento de um conjunto de medidas de atuação que possam ser implementadas e que resultem numa melhoria efetiva da qualidade de vida das pessoas”, explica Ana Pedro, presidente da APED.

Em Portugal a prevalência da dor crónica permanece elevada, estimando-se que afete cerca de 36,7% da população, com um impacto significativamente negativo na vida não só do doente e família, mas também na sociedade em geral. A reforma antecipada, o absentismo laboral, as mudanças de emprego e as pensões por incapacidade são consequências frequentes da dor crónica e da incapacidade associada.

Na iniciativa, moderada por Isabel Stilwell, serão apresentados testemunhos de doentes relacionados com os obstáculos e desafios da empregabilidade, assim como boas práticas das empresas portuguesas.

“Pretende-se fomentar a partilha de experiências, promover o diálogo, com os participantes, para a necessidade do desenvolvimento de medidas de atuação urgentes que possam combater os principais problemas relacionados com as pessoas com dor crónica, em contexto laboral/profissional e debater soluções práticas que possam ser implementadas, no imediato, para os problemas identificados”, conclui Ana Pedro.

A SIP Portugal é uma plataforma nacional com a coordenação científica da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e o apoio da empresa Grünenthal, constituída por representantes de organizações, sociedades científicas e associações de doentes que, em conjunto, partilham a mesma missão: reduzir o impacto social da dor crónica nos portugueses.

Fonte: MiligramaImpactoSocialDOR

Consultório Médico

Doenças Reumáticas em Portugal: Impacto Social e Económico atinge Milhões de Euros Anualmente

Detalhes
12 outubro 2019

As doenças reumáticas (DRM) incluem mais de 150 doenças ou síndromes e cada vez mais portugueses são afetados por uma delas. Os custos para o Estado com doentes que sofrem de DRM ultrapassam os mil milhões de euros, de acordo com um estudo, adianta a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) no Dia Mundial das Doenças Reumáticas que se assinala a 12 de outubro. A SPR defende a criação de um novo plano nacional de saúde para fazer face a estas doenças.

As doenças reumáticas e músculo-esqueléticas (DRM) representam, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de metade da prevalência de doenças crónicas em pessoas com idade acima dos 50 anos e são a categoria mais destacada no grupo destas doenças não transmissíveis. Portugal não escapa a esta tendência já que os números associados a algumas das mais de 150 doenças ou síndromes de natureza reumática são significativos, quer ao nível do número de pessoas afetadas, quer no impacto provocado na economia da saúde pública, representando custos para o Estado acima dos mil milhões de euros.

Em Portugal, 51,8% da população não tem acesso à especialidade de reumatologia (de acordo com os dados da Rede Referenciação Hospitalar de Reumatologia relativos a 2015). Há necessidade de reforçar o número de unidades hospitalares com serviço de Reumatologia e de quadros técnicos e recursos humanos especializados. Sem esquecer a importância que atribui ao diagnóstico precoce das DRM, como é o caso da Artrite Reumatoide cujo diagnóstico precoce pode representar uma poupança média anual por cada novo caso de, aproximadamente, 30%.

De acordo com Luís Cunha Miranda, Presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), “a falta de planeamento e vontade política tem sacrificado a vida plena de milhares de doentes reumáticos que não têm acesso à especialidade”.

Apenas cinco hospitais no país têm o quadro completo de especialistas: Hospital de Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Oeste, Hospital Garcia da Orta, Ponte de Lima e S. João e 16 hospitais não têm sequer a especialidade.

Os custos para o Estado com doentes que sofrem de DRM ultrapassam os mil milhões de euros, só na vertente laboral e de segurança social. Mas os números são mais abrangentes uma vez que também envolvem, aproximadamente, 204 milhões de euros, anuais devido ao absentismo e 910 milhões de euros devido a reformas antecipadas. Estima-se que os doentes afetados com DRM tenham uma despesa individual com a doença na ordem dos 500 euros, por oposição aos 250 euros gastos com saúde pelos indivíduos que não sofrem de DRM.

A SPR defende que “a solução para o problema será a criação de um novo plano nacional de saúde para estas doenças, que decorreu de 2004 a 2016 e que deixou inexplicavelmente de existir e a implementação da Rede de Referenciação Hospitalar de reumatologia, atualizada em 2015, que carece de execução e que o deveria ser conforme propostas concretas que a Sociedade Científica fez ao Ministério da Saúde, ACSS e ARSs”.

Alguns highlights sobre as DRM

  • No caso da lombalgia, uma doença referenciada em todo o mundo, pelo menos em alguma fase da vida, por 80% das pessoas (1); da osteoporose do joelho que, estima-se, afeta 40% das pessoas com idade superior a 70 anos (2); ou da artrite reumatoide que está na origem do abandono do mercado de trabalho em mais de 50% dos doentes (3). 
  • No caso da Espondilite Anquilosante, por exemplo, um estudo desenvolvido pela Nova IMS e a SPR (no âmbito do projeto arEA) concluiu que o seu impacto económico total pode chegar aos 639 milhões de euros, e que esta doença em particular faz com que cada um dos doentes perca cerca de 110 dias de trabalho por ano. Ou ainda o exemplo da osteoporose que, em Portugal, é responsável, anualmente, por cerca de 950 fraturas do colo do fémur.
  • O estudo Produtividade, Empregabilidade e Saúde Social, de 2016 (4), revelou que o absentismo laboral que as DRM originam é superior a 9 horas semanais, dado que a dor, a rigidez e a dificuldade na locomoção levam a que muitos trabalhadores fiquem vários dias de baixa e, em casos limite, solicitem reforma antecipada. Aproximadamente 50% dos doentes reformados inquiridos admitiram ter sido esse o seu caso. Aliás, refira-se, que os custos indiretos anuais relacionados com as reformas antecipadas atribuídas devido a DRM anda na ordem dos 910 milhões de euros, e que 13,2% dos reformados entre os 50 e os 64 anos reportam doenças reumáticas. (5)
  • No caso português, a SPR tem vindo a alertar para o facto de 51,8% da população nacional não ter acesso à especialidade de reumatologia (de acordo com os dados da Rede Referenciação Hospitalar de Reumatologia relativos a 2015), e para a necessidade de reforçar o número de unidades hospitalares com serviço de Reumatologia e de quadros técnicos e recursos humanos especializados. Ainda de realçar a importância do diagnóstico precoce das DRM, como no caso da Artrite Reumatoide cujo diagnóstico precoce pode representar uma poupança média anual por cada novo caso de, aproximadamente, 30%. (6)
  • No seu todo, as patologias reumáticas e músculo-esqueléticas representam um problema de âmbito mundial que requer a intervenção urgente e concertada das instituições que devem zelar pela saúde pública, numa ótica global e nacional.

Sobre a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR):

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia foi fundada em janeiro de 1972, depois de, dois anos antes, um grupo de 1085 médicos portugueses, de todo o país e de diferentes especialidades, entre os quais se incluíam todos os reumatologistas, que lideraram o processo, ter solicitado à Ordem dos Médicos a criação da especialidade de reumatologia.

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia tem contribuído, ao longo dos anos, para o desenvolvimento da reumatologia portuguesa. Entre os muitos objetivos a que propôs estão a colaboração com os outros organismos internacionais de Luta Contra as doenças Reumáticas; promover a atualização dos conhecimentos reumatológicos; ser o centro de documentação e informação reumatológica; fomentar o ensino e a investigação em reumatologia; atribuir prémios científicos; defender o título de reumatologista, em colaboração com a Ordem dos Médicos e as Autoridades de Saúde; favorecer a criação de Centros Médicos de ensino, tratamento e investigação e profilaxia das doenças reumáticas e do Centro de Estudo e Investigação Reumatológica; Apoiar a ação da Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas; e, ainda, liderar o processo de criação, desenvolvimento e acompanhamento do Plano Reumatológico Nacional.

(1) WorldHealth Organization. The Burden of msuccuskeletal diseases at the start of the new miilenium. Report of a WHO Scientific Group. WHO Technical Report, 2003. Disponível em: http:/whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_919.pdf.

(2) Jacobson L, Lindgren B.Vad Kostar Sjukdomarna ? [What are the costs of illness?] Stockholm:Socialstyrelsen (National Board of Health and Welfare)1996 // Smolen J. Comating the Burden of musculoskeletal conditions. Ann Rheum Dis2004;63:329

(3) Brooks PM.MJA Practice Essentials-Rheumatology.Sydney:Australasian Medical Publishing Company Limited, 1997.

(4) Fonte: GPS REUMA-Garantir e Potenciar Serviços de Reumatologia- Sociedade Portuguesa de Reumatologia

(5) Dados com base no estudo EpiReumaPt (setembro 2011-dezembro 2013)

(6) Estudo APIFARMA/PwC

Fonte: SPRSocPortReumatologia

 

 

 

 

 

 

Consultório Médico

Internamentos e cirurgias são a uma causa prevenível de Tromboembolismo Venoso

Detalhes
12 outubro 2019

Artigo de Opinião de Carolina Guedes, Internista e Coordenadora do NEDVP.  Dia Mundial da Trombose assinala-se a 13 de outubro. Enquanto profissional de saúde, o internista é um especialista que assume um papel fundamental não apenas no acompanhamento e tratamento do doente crónico em contexto hospitalar, como também se preocupa em trabalhar no sentido de sensibilizar a população para uma maior preocupação e cuidado com a sua saúde, nomeadamente na prevenção da doença aguda.

Neste Dia Mundial da Trombose, falo-vos de um problema que preocupa a Medicina Interna e que é considerado uma das principais causas de morte e morbilidade em todo o mundo: o tromboembolismo venoso.

O tromboembolismo venoso é uma doença cardiovascular, que engloba a trombose venosa profunda, a qual ocorre quando se forma um trombo ou um coágulo nas veias, provocando uma obstrução e impedindo a correta circulação de sangue; e a embolia pulmonar, em que um coágulo se desprende ou fragmenta, deslocando-se até aos vasos dos pulmões. Esta última, quando não diagnosticada e tratada a tempo, pode ser fatal.

Para evitar este cenário, é importante conhecer os sintomas associados a esta complicação. No caso da trombose venosa profunda, a sintomatologia mais comum consiste no inchaço, dor, calor e rubor da perna. Já a embolia pulmonar pode não apresentar quaisquer sintomas, como pode, em contrapartida, manifestar-se através da falta de ar, dor no peito, palpitações ou perda de consciência.

Atualmente estima-se que uma em cada quatro pessoas morre de causas relacionadas com o tromboembolismo venoso. São fatores de risco para esta doença: internamento ou cirurgia recentes; mobilidade reduzida; idade avançada (mais de 60 anos); antecedentes pessoais ou familiares de tromboembolismo venoso; neoplasia (tumor) ativa; trombofilia (doença que promove a formação de coágulos sanguíneos); uso de medicação com estrogénios, como a pílula e a terapêutica hormonal de substituição na menopausa; obesidade; gravidez e período pós-parto e o consumo de tabaco e álcool.

Perante todos os fatores de risco, importa ter uma especial atenção para aqueles que podem ser preveníveis, nomeadamente os internamentos ou cirurgias, uma vez que até cerca de 60 por cento de todos os casos de tromboembolismo venoso ocorrem durante ou após um internamento hospitalar.

Desta forma, se for internado ou tiver uma consulta marcada com o seu médico, aproveite para questioná-lo a respeito do seu risco de desenvolver tromboembolismo venoso, bem como para discutir os riscos, sinais e sintomas e, se for o caso, as opções de prevenção adequadas.

O tratamento tanto da trombose venosa profunda como da embolia pulmonar consiste na anticoagulação e, dependendo da gravidade do caso, podem ser necessários mais tratamentos invasivos. No que respeita à sua duração, esta deve ser individualizada, sendo em regra de pelo menos três meses, podendo prolongar-se, se se justificar.

A prevenção é método mais eficaz e é neste processo que o Núcleo de Estudos de Doença Vascular Pulmonar pretende intervir junto da população, sobretudo junto de quem tem um ou mais dos factores de risco citados. Desta forma, tome atenção as seguintes recomendações:

  • Avise sempre o seu médico que teve um tromboembolismo venoso no passado;
  • Mantenha-se ativo, praticando exercício físico regularmente e evitando a imobilização prolongada;
  • Mantenha um estilo de vida saudável, nomeadamente uma alimentação pobre em gorduras, açúcares e sal, e reduzir ou cessar o consumo de tabaco e álcool;
  • Se for internado ou efetuar uma cirurgia, questione o médico relativamente à prevenção desta doença;
  • Se efetuar uma viagem longa de avião (superior a 4 horas) consulte o seu médico;
  • Cumpra rigorosamente o tratamento indicado;

Para mais informações, consulte o site da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, na informação ao cidadão.

Sobre a SPMI

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) é uma associação científica, fundada em 1951. Tem como finalidade promover o desenvolvimento da Medicina Interna ao serviço da saúde da população portuguesa. Promove ainda a investigação e o estudo de problemas científicos, bem como a organização de atividades educacionais, no âmbito da formação contínua, dirigidas aos médicos e à população em geral, no campo da Medicina Interna. Para mais informações consulte https://www.spmi.pt/

Sobre o NEDVP

O Núcleo de Estudos de Doença Vascular Pulmonar (NEDVP) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) centra a sua atuação na investigação, formação e consciencialização de profissionais de saúde e da população no âmbito da doença vascular pulmonar, que inclui o tromboembolismo venoso. Este grupo é constituído por Internistas associados da SPMI.

Fonte: MiligramaCarolinaGuedesDra

DECO - Consultório do Consumidor

“Tenho 60 anos de idade e 40 anos de descontos posso pedir a reforma antecipada sem penalizações?”

Detalhes
11 outubro 2019

A DECO INFORMA… As regras para pedir a reforma antecipada sem penalizações mudaram. Mantém-se a exigência dos 46 anos de contribuições, mas o acesso foi alargado a trabalhadores com, pelo menos, 60 anos de idade, que tenham começado a trabalhar antes de atingir os 17 anos.

Até agora, só abrangia quem tinha feito descontos durante, pelo menos, 48 anos ou tinha entrado no mercado de trabalho até completar 15 anos de idade e já havia atingido 46 anos de contribuições.

Quem contribuiu para diferentes regimes contributivos (regime geral de Segurança Social, função pública, estrangeiro, entre outros) poderá utilizar toda a carreira contributiva para aceder a este regime de pensão antecipada sem penalizações.

Desde que cumpram os referidos requisitos, deixa de ser aplicado o fator de sustentabilidade (14,67% em 2019) e o fator de redução por antecipação (0,5% por cada mês de antecipação em relação à idade normal de acesso à pensão) que penalizam as pensões antecipadas do regime geral de Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações.

Em certos casos, a antecipação pode originar uma penalização de 0,5% por cada mês de antecipação em relação à idade de reforma, mas sem que se aplique o fator de sustentabilidade. É assim para quem se reforme a partir do início de 2019, tenha, pelo menos, 63 anos de idade e aos 60 já apresentava um mínimo de 40 anos de contribuições. Desde 1 de outubro, o mesmo acontece a quem tenha 60 anos ou mais (e os 40 anos de descontos).

As pessoas que fizeram descontos no estrangeiro ou para caixas específicas têm a possibilidade de contabilizar todo o tempo contributivo para aceder à pensão antecipada ou beneficiar de eventual bonificação e não apenas para assegurar que é cumprido o chamado prazo de garantia. Atualmente, esse prazo é de 15 anos no regime geral.

Para os restantes beneficiários que peçam a reforma antes da idade legal, mantêm-se as penalizações. A idade normal de acesso à pensão é atualmente de 66 anos e 5 meses.

Fonte: GPI DECO-AlgarveReformaAntecipada

1  of  4 Previous Next
Consultório Médico

Vacina quadrivalente contra a gripe recebe aprovação de comparticipação em Portugal

Detalhes
10 outubro 2019
Consultório Médico

Mais Prevenção e Deteção na Saúde da Visão

Detalhes
10 outubro 2019
DECO - Consultório do Consumidor

“Os Produtos Cosméticos têm novas regras, relativamente às alegações presentes nos rótulos, o que mudou?”

Detalhes
04 outubro 2019
DECO - Consultório do Consumidor

“Acabei de regressar de uma viagem onde tudo correu mal. O que posso fazer e a quem me devo dirigir?”

Detalhes
27 setembro 2019
Consultório Médico

Oncologia, Insuficiência Cardíaca e Enfermeiros de Reabilitação juntam-se ao "MOVA"

Detalhes
24 setembro 2019
Consultório Médico

Dia Mundial do Coração assinala-se a 29 de setembro

Detalhes
23 setembro 2019

Mais Artigos

Consultório Médico
Detalhes
23 setembro 2019

"Dia do Ex. Fumador" assinala-se a 26 de setembro

DECO - Consultório do Consumidor
Detalhes
20 setembro 2019

“Tenho um problema com a agência de viagens: como posso fazer para reaver o dinheiro?”

Consultório Médico
Detalhes
17 setembro 2019

Campanha alerta para o Diagnóstico Precoce de Doenças Autoimunes

DECO - Consultório do Consumidor
Detalhes
13 setembro 2019

“Que direitos posso ter no caso de perda, dano ou atraso da minha bagagem?”

Consultório Médico
Detalhes
13 setembro 2019

Sépsis é a principal causa de Morte Evitável no Mundo

DECO - Consultório do Consumidor
Detalhes
06 setembro 2019

“Que cuidados devo ter quando se quiser fazer uma reservas para alojamento local através de uma plataforma?”

Consultório Médico
Detalhes
30 agosto 2019

Acidentes Rodoviários são uma das principais causas de Lesões na Coluna

DECO - Consultório do Consumidor
Detalhes
30 agosto 2019

“O país para onde vou de férias foi atingido por uma tempestade tropical, será que posso cancelar a viagem sem qualquer custo?”

Consultório Médico
Detalhes
27 agosto 2019

Campanha de Sensibilização para a Disfunção Erétil em Faro

DECO - Consultório do Consumidor
Detalhes
23 agosto 2019

“Quais as vantagens dos seguros de viagem?”

Consultório Médico
Detalhes
21 agosto 2019

Sete exercícios ao ar livre para que a Bexiga Hiperativa não estrague o seu Verão

Síndrome de Jacobs

Detalhes
Saudavelmente Prevenido
06 maio 2009
Empty
  •  Imprimir 

Doença de Parkinson

Detalhes
Saudavelmente Prevenido
06 maio 2009
Empty
  •  Imprimir 

Diabetes

Detalhes
Saudavelmente Prevenido
05 maio 2009
Empty
  •  Imprimir 

Cuidados com o Sol

Detalhes
Saudavelmente Prevenido
24 abril 2009
Empty
  •  Imprimir 

Doença de Alzheimer

Detalhes
Saudavelmente Prevenido
06 maio 2009
Empty
  •  Imprimir 
  • Most read
  • Latest news
Quo Vadis, Rara Avis?
Detalhes
Out. 06 2009

The Love is Just a Game

Quo Vadis, Rara Avis?
Detalhes
maio 27 2009

Um amor a dois - Capítulo I

Destaques
Detalhes
Fev. 12 2017

Mais Algarve - Novo site, novas funcionalidades

Destaques
Detalhes
Jan. 03 2017

Mais Algarve com nova Marca e novo Logo!

Destaques
Detalhes
maio 08 2018

Política de Privacidade

Destaques
Detalhes
Abr. 20 2009

Sobre Nós

Mais Algarve Mais Algarve O ALGARVE NUM CLIQUE!
Inscreva-se através do nosso serviço gratuito de subscrição de e-mail para receber notificações quando novos artigos estiverem disponíveis.
I agree with the Termos e Condições
 

Mais Algarve

 
 

Outros Acessos

  • Facebook
  • Facebook Grupo
  • Youtube
  • Twitter
  • Instagram
  • Periscope
  • RSS
  • Canal nº 209742 – Mais Algarve no MEO Kanall

 

BogPt

 
Copyright © 2017 Mais Algarve. All Rights Reserved. Powered by Mais Algarve - Designed by Mais Algarve.