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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… Testámos 11 loções corporais para pele seca. Todas são eficazes a hidratar, mas três incluem ingredientes suspeitos de prejudicar a saúde.

Na maioria, as loções corporais testadas dizem-se para pele seca ou normal a seca e são eficazes a hidratar a pele. Contudo, as loções Dove Essencial Body Milk e Barral Leite Hidratante contêm desreguladores endócrinos, substâncias que podem favorecer, por exemplo, o desenvolvimento de cancro e infertilidade.

A Nivea Smooth Milk Suavizante, por sua vez, inclui uma fragrância que não é proibida, mas foi considerada pouco segura pelo Comité Científico para a Segurança dos Consumidores, da União Europeia, por se suspeitar, com base em estudos em animais, que pode afetar a fertilidade.

Sete loções analisadas contêm ainda fragrâncias com alto potencial alergénico, que podem causar irritações e reações alérgicas na pele mais sensível ou com tendência para alergias.

A capacidade de hidratação dos produtos foi avaliada em laboratório, na pele do antebraço de 20 consumidores, que aplicaram as loções a testar numa zona e um produto produzido em laboratório com elevado poder hidratante noutra. Foi ainda reservada uma área sem tratamento, para comparação.

Passadas duas semanas, com duas aplicações diárias, a zona sem tratamento estava menos hidratada do que no início. Em contrapartida, a pele que recebeu as loções testadas apresentava-se significativamente mais hidratada do que à partida, não havendo grandes diferenças face à área que recebeu o produto desenvolvido em laboratório.

O efeito hidratante dos 11 produtos testados é idêntico, mas o preço não. Se optar pelas Escolhas Acertadas em detrimento do mais caro, o consumidor arrecada 10 euros por cada 250 mililitros. Feitas as contas, se uma família usar esta quantidade de loção por mês, a poupança face à média de preços dos restantes produtos testados ronda 57 euros.

Fonte: GPI DECO-AlgarveLocoesCorporais

A DECO INFORMA… Tendo sido criada em janeiro de 1999, a Euribor foi concebida para harmonizar as taxas de juro interbancárias na zona euro, a partir do momento em que uma só moeda passasse a circular entre os países que a adotassem.

A Euribor reflete o preço a que os bancos “vendem” o dinheiro no mercado interbancário, traduzindo a taxa de juro dos empréstimos que os bancos comerciais fazem entre si na zona euro, tratando-se de um indexante definido diariamente pela Federação Europeia de Bancos.

Na verdade, o número de consumidores que têm uma relação próxima com este indexante é cada vez maior, particularmente naqueles que contrataram crédito à habitação com taxa variável. Em Portugal, cerca de 95% dos créditos hipotecários são de taxa variável. A taxa de juro é definida por duas componentes somadas entre si: Euribor e spread fixo – a margem de lucro do banco.

No decurso do contrato de crédito à habitação, o valor do indexante é revisto a cada 3, 6 ou 12 meses, dependendo do prazo da Euribor escolhida. Em Portugal, a maior parte dos empréstimos estão indexados à Euribor a 6 meses. O valor da prestação a pagar ao banco pode, assim, variar através da revisão periódica deste indexante.

Inspirada numa proposta nossa, entrou em vigor, em julho, a legislação que obriga os bancos a refletirem, na totalidade, as médias negativas da Euribor. Nos casos em que a média ultrapassa o valor do spread, vai ser possível criar um crédito para abater nos juros futuros, quando as taxas subirem.

Se tem um empréstimo com taxa variável, some a média da Euribor ao spread. Se o resultado for negativo tem direito ao crédito de juros aprovado, ou a ver este montante abatido ao capital em dívida, opção que a maior parte dos bancos está a seguir. Se não recebeu qualquer indicação, tente saber junto do seu banco qual a solução adotada.

Fonte: GPI DECO-AlgarveParagemAutocarro

DECO Algarve promove formação sobre alimentação em colaboração com a Junta de Freguesia de São Brás de Alportel.

Segundo o relatório do Programa Nacional para a Alimentação Saudável da DGS, as más escolhas alimentares são a principal causa pela perda de anos de vida saudável dos portugueses, nomeadamente no que respeita à obesidade, o maior problema de saúde pública. Concluiu-se ainda que a baixa literacia alimentar é responsável pela dificuldade dos portugueses na escolha de alimentos mais saudáveis,

Por esta razão, a DECO Algarve, em parceria com a Escola Superior de Saúde da UALG, desenvolveu a ação de formação “Comer Bem Sem Olhar a Quem” com o objetivo de capacitar os participantes para a compra e confeção de alimentos saudáveis, seguindo os princípios da dieta mediterrânica, melhorando as escolhas alimentares, sem que isso obrigue a maior investimento económico e tornando, ao mesmo tempo, o consumo mais consciente e sustentável. O presente projecto, em colaboração com a Junta de Freguesia São Brás de Alportel, foi apresentado na Universidade Sénior.

Caso pretenda mais informações sobre este tema, consulte a nossa página da DECO Forma em www.decoforma.pt ou contacte-nos para o e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Fonte: GPI DECO-Algarve

 

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

A Portugal AVC – União de Sobreviventes, Familiares e Amigos, acaba de ver o seu trabalho distinguido pela SAFE, entidade europeia que agrupa as organizações constituídas maioritariamente por sobreviventes de AVC ou que a estes e suas famílias dedicam grande parte da sua atividade, em mais de 30 países. Distinção que assume maior relevo, porque a Portugal AVC é uma associação com apenas 2 anos de existência, totalmente constituída por trabalho voluntário.

“É com muito orgulho que a Portugal AVC recebe o reconhecimento da SAFE, pelo seu trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2018. É mais um incentivo a continuar o nosso trabalho com a mesma dedicação, na informação e no apoio aos sobreviventes de AVC e os seus familiares” afirma António Conceição presidente da Associação.

A Portugal AVC é uma associação nacional que tem por objetivo a promoção de iniciativas que visem, por um lado, contribuir para a prevenção do acidente vascular cerebral (AVC) e suas consequências, de forma a minimizar a morbilidade e mortalidade associadas a esta doença, e, por outro, contribuir para a resposta às necessidades sentidas pelos doentes sobreviventes, os seus familiares e cuidadores. Conheça mais sobre a Associação em: https://www.portugalavc.pt/.

A Associação Europeia reconhece ainda a importância do recente guia “AVC: E agora? - Guia do Sobrevivente e do Cuidador”. O guia está disponível no site da Portugal AVC e pode ser consultado gratuitamente através do link: https://www.portugalavc.pt/guia

A SAFE é uma organização sem fins lucrativos que representa uma variedade de grupos de doentes em toda a Europa cujo objetivo mútuo é impulsionar medidas que permitam incluir a prevenção, o tratamento e a vida pós-AVC na agenda política europeia e prevenir a incidência desta doença através da educação. Conheça mais sobre a Associação em: https://www.safestroke.eu/.

Um AVC (acidente vascular cerebral) ocorre como resultado de uma interrupção brusca do fornecimento de sangue e oxigénio para uma parte do tecido do cérebro e células nervosas, o que leva à destruição de tecidos e danos na função cerebral. A partir do momento em que células nervosas são “feridas”, começa uma “reação em cadeia”, causando a morte destas células e até mesmo de células em volta da área afetada.

Fonte: MiligramaPortugalAVC

 

Artigo de Opinião de Telo Faria, Coordenador do NEDVIH. Dia Mundial de Luta Contra a SIDA assinala-se a 1 de dezembro.

A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, comumente conhecida como SIDA, é uma doença provocada pela transmissão do vírus da imunodeficiência humana (VIH), que infeta o sistema imunitário da pessoa. Este agente é responsável por destruir as células defensoras do organismo, que ao longo do tempo vão perdendo a capacidade de reposição, deixando o indivíduo desprotegido e mais propenso a contrair outras infeções e doenças mais graves.

Esta doença carateriza-se pelo seu desenvolvimento tardio e sintomas silenciosos, fatores que dificultam a sua detenção. Numa primeira fase, em que o organismo tenta combater o vírus que se vai multiplicando de forma exponencial, o paciente é considerado seropositivo. Passados, em média, oito a dez anos, dependendo de pessoa para pessoa, começam a surgir as primeiras manifestações indicadoras da presença de SIDA, nomeadamente o surgimento de infeções e tumores que podem levar a complicações mais graves ou até mesmo à morte.

A transmissão do VIH é feita quando sangue, sémen, fluídos vaginais ou leite materno provenientes de uma pessoa infetada entram diretamente em contacto com terceiros. Em termos práticos, este vírus é transmitido através daquilo a que consideramos comportamentos de risco. São eles a prática de contactos sexuais sem a utilização de preservativo masculino e/ou feminino; a partilha de seringas utilizadas para a injeção de drogas; e o contacto direto com sangue infetado, principalmente na utilização de objetos de outras pessoas, tais como lâminas ou máquinas de barbear/depilar, agulhas de tatuagem e de piercing, escovas de dentes, etc.

Importa ainda referir a possibilidade de o vírus da imunodeficiência humana ser transmitido durante a gravidez, bem como no parto ou até no processo de amamentação. Contudo, existem tratamentos destinados à redução deste risco.

Sendo a SIDA uma doença crónica que afeta as defesas do nosso organismo, esta acaba por ter um impacto muito negativo nos diversos órgãos ou sistemas do corpo humano: desde alterações cognitivas às demências, da aterosclerose ao enfarte agudo do miocárdio, à doença renal crónica, entre muitos mais.

E é aqui que o internista tem um papel crucial, uma vez que consegue ver o doente como um todo e é capaz de abordar a doença nos seus diversos aspetos e estádios, perante o envolvimento de qualquer órgão, e utilizar as múltiplas terapêuticas disponíveis. Atualmente, em Portugal, existem vários serviços, unidades e consultas que se dedicam ao acompanhamento de doente com VIH, e que são formados por equipas multidisciplinares, onde estão internistas, infeciologistas, pediatras e alguns médicos de outras especialidades.

Ao nível do tratamento, apesar de ainda não existir uma cura para a SIDA, têm havido grandes avanços terapêuticos nos últimos anos. Assim, temos medicação potente, eficaz, com diminutos efeitos secundários e de fácil posologia, na maior parte das situações com um só comprimido diário, permitindo uma qualidade de vida e uma longevidade do indivíduo, praticamente sobreponível ao não seropositivo.

Segundo o relatório “Infeção VIH e SIDA | Desafios e Estratégias 2018” da Direção-Geral de Saúde, que apresenta dados do ano de 2016, 91,70 por cento das pessoas infetadas pelo vírus da imunodeficiência humana estão diagnosticadas, das quais 86,80 por cento estão a ser tratadas. Isto só prova que tanto os investigadores, como os profissionais de saúde, assim como as instâncias governamentais e outras instituições têm trabalhado no combate a esta doença, seja através da descoberta de novos tratamentos, ou até mesmo da adoção de novas estratégias de rastreio e políticas de suporte ao doente (o acesso ao tratamento da SIDA é gratuito).

Ainda assim, é indispensável continuar a apostar na consciencialização da população para a diagnóstico e prevenção de uma doença que apresenta 1000 novos casos todos os anos.

No caso do diagnóstico, este deve ser feito o mais precocemente possível, não só para garantir uma intervenção clínica mais eficaz, assim como para reduzir o risco de contaminar outros indivíduos. O diagnóstico pode ser feito por prescrição de um médico de família ou médico assistente, ou então pode optar-se por se realizar num Centro de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH/SIDA (CAD).

Como comportamentos preventivos, recomenda-se a utilização de preservativo durante as relações sexuais; a não reutilização ou partilha de seringas, no caso de o indivíduo ser utilizador de drogas injetáveis; e a realização de um teste para a infeção do VIH, caso suspeite que tenha sido infetado.

Sobre a SPMI

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) é uma associação científica, fundada em 1951. Tem como finalidade promover o desenvolvimento da Medicina Interna ao serviço da saúde da população portuguesa. Promove ainda a investigação e o estudo de problemas científicos, bem como a organização de atividades educacionais, no âmbito da formação contínua, dirigidas aos médicos e à população em geral, no campo da Medicina Interna. Para mais informações consulte https://www.spmi.pt/

Sobre o NEDVIH

O Núcleo de Estudos da Doença VIH (NEDVIH) da Sociedade Portuguesa da Medicina Interna (SPMI) centra a sua atuação na investigação, formação e consciencialização de profissionais de saúde e da população no âmbito da doença VIH. Este grupo é constituído por internistas associados da SPMI, que seguem e tratam estes doentes, em consultas de especialidade, nos principais hospitais do país.

Fonte: MiligramaTeloFariaDr

«Conhecer a Meningite» é a mais recente campanha da Pfizer Vacinas para a sensibilização para a Meningite Meningocócica. Dirigida a pais, crianças, adolescentes e jovens adultos, a campanha para a prevenção da Meningite Meningocócica conta com a colaboração da apresentadora Cristina Ferreira, da blogger Catarina Beato e do youtuber Nurb.

Associamos a prevenção de doenças como a Meningite Meningocócica a bebés e a crianças mais jovens. A Doença Meningocócica endémica ocorre primariamente em crianças e adolescentes, com maior taxa de ataque em lactentes dos 3 aos 12 meses de vida.1 A mais recente campanha da Pfizer Vacinas tem como objetivo sensibilizar os adolescentes e os seus pais para esta doença, bem como para a sua prevenção.

A par do lançamento do site www.conhecerameningite.com, onde se pode ficar a saber mais sobre Meningite Meningocócica (uma das formas clínicas da Doença Meningocócica), grupos e comportamentos de risco, a campanha conta com o apoio de três “embaixadores” que, pelas fases da vida em que se encontram, falam a mesma linguagem dos públicos-alvo.

A apresentadora Cristina Ferreira e a blogger Catarina Beato são o ponto de contacto com os pais, explicando, nas suas plataformas sociais, a importância da doença e sua prevenção. Caberá ao youtuber Nurb a importante tarefa de chegar aos adolescentes e jovens adultos.

A Meningite Meningocócica é uma inflamação nas meninges (as membranas que envolvem o cérebro e a espinal medula).2 Rara, mas devastadora, esta doença é causada pela bactéria Neisseria meningitidis, também conhecida por meningococo.1,2

Em até 15% dos casos, a Meningite Meningocócica pode causar a morte 24 a 48 horas após o início dos sintomas, mesmo com diagnóstico precoce e tratamento adequado.2 Das pessoas que sobrevivem, até 20% apresentam sequelas permanentes, tais como lesão cerebral, surdez ou défice motor.2 Tendo em conta a ravidade da doença torna-se crítico pensar na sua prevenção.

Para saber mais sobre os sintomas e outras informações, visite o website www.conhecerameningite.com

Para mais informações sobre a prevenção da meningite meningocócica poderão também ser consultadas as recomendações da Sociedade Portuguesa de Pediatria sobre a utilização de vacinas extra programa nacional de vacinação.

Pfizer – A Trabalhar em conjunto para um Mundo mais Saudável

Na Pfizer, aplicamos a ciência e os nossos recursos globais para melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas em todas as fases da vida. A cada dia, trabalhamos nos países desenvolvidos e em desenvolvimento para conseguir a prevenção e o tratamento das doenças mais temidas do nosso tempo e responder de forma mais eficaz às necessidades médicas não atendidas. O nosso diversificado portfólio inclui medicamentos de uso humano, biológicos, pequenas moléculas e vacinas, e muitos dos produtos de consumo mais conhecidos a nível mundial. Colaboramos com profissionais e autoridades de saúde de forma a garantir o acesso aos nossos medicamentos, procurando assumir uma voz ativa no desenvolvimento e na prestação de cuidados de saúde de qualidade e acessíveis a todos. Na Pfizer, trabalhamos há mais de 150 anos para fazer a diferença na vida de todos os que confiam em nós. Para saber mais visite www.pfizer.pt

Fonte: MultiComMeningite 1