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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… O sobre-endividamento é uma situação em que os rendimentos mensais de um agregado familiar são insuficientes para fazer face às suas despesas mensais. As despesas mensais são compostas pelas despesas indispensáveis (alimentação, água, luz, eletricidade) e pelas despesas com prestações de crédito.

Considera-se que existe um elevado nível de endividamento, caso os rendimentos possibilitem apenas o pagamento das despesas mensais, não permitindo que reste algum dinheiro até ao final do mês. Nesta situação, considera-se que estamos perante uma taxa de esforço muito elevada.

A taxa de esforço permite-nos compreender qual o peso das prestações mensais de crédito (crédito à habitação, automóvel, pessoal ou cartão de crédito) no nosso rendimento.

Para calcular a taxa de esforço, basta apurar o valor total das prestações de crédito e dividi-lo pelo total dos rendimentos do agregado familiar.

O valor resultante deverá ser multiplicado por 100, o que permite encontrar o valor da taxa de esforço em termos percentuais.

Uma taxa de esforço superior a 35% apresenta-se como elevada, uma vez que não permite precaver uma situação imprevista de diminuição de rendimentos, como por exemplo, uma situação de desemprego ou cortes salariais.

Se a sua taxa de esforço for elevada (superior a 35%), será aconselhável que tome algumas medidas, devendo começar por reorganizar o seu orçamento mensal.

Qualquer consumidor/família confrontada com uma situação de sobreendividamento pode pedir a orientação ou mesmo o apoio do Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado – GAS.

A atuação do GAS passa pela análise da situação sócio-económica do consumidor endividado e sempre que se justifique pelo contacto com as entidades credoras com o objetivo de efetuar uma reestruturação dos contratos de crédito/dívidas e encontrar assim formas que permitam ao consumidor cumprir com as suas obrigações financeiras.

Fonte: GPI DECO-AlgarveParagemAutocarro

A DECO INFORMA… A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) aprovou, em setembro, a decisão sobre os detalhes e informações que as faturas devem incluir, tendo as operadoras até 5 de março de 2019 para as implementar.

Destacamos a obrigatoriedade das operadoras de telecomunicações incluírem, na fatura detalhada, a data em que termina o período de fidelização, assim como os encargos devidos pela cessação do contrato por iniciativa do cliente, caso queira terminar o contrato antes do previsto.

Esta decisão do regulador reflete o que pedimos em 2014, em resposta aos requisitos mínimos de informação contratual e pré-contratual, para combater os abusos no setor das telecomunicações. 

O facto de a data de fim dos contratos não ser visível leva, muitas vezes, a que os consumidores não saibam quando podem mudar de operadora e se mantenham presos por mais tempo a uma operadora da qual se querem desvincular. O regulador das telecomunicações quis incluir mais informação nas faturas para aumentar a transparência.

Os consumidores também vão encontrar na fatura a indicação de como podem contestar os valores cobrados. As faturas passam, ainda, a indicar a possibilidade de apresentar uma reclamação formal e o sítio da internet onde está disponível o livro de reclamações eletrónico, bem como outras informações sobre descontos aplicados e encargos com serviços adicionais.

As operadoras são obrigadas a fornecer as informações, de forma gratuita e em qualquer suporte, mas terão de ser os assinantes a pedir a faturação detalhada. Cobrar pelo envio da faturação em papel é ilegal. Nesta matéria, a Anacom apoia os incentivos à fatura digital e refere exatamente o que exigimos: que se devem garantir os direitos de quem não pode ou não quer recebê-la.

Na decisão agora aprovada, a fatura tem de ser facultada gratuitamente mesmo que o suporte pedido seja o papel.

Fonte: GPI DECO-AlgarveParagemAutocarro

A DECO INFORMA… Para a maioria dos consumidores, a escolha entre um cartão e um seguro de saúde está sobretudo dependente do custo, o que é válido, Ainda assim, não deverá ser o único critério.

Os cartões de saúde são quase sempre mais baratos, mas não substituem os seguros. O consumidor arriscar-se a contratar um e verificar, mais tarde, que pouca utilização lhe pode dar. Isto porque os acordos celebrados com os estabelecimentos de saúde são reduzidos, sobretudo fora das grandes cidades, e raramente cobrem internamento.

As apólices dos seguros de saúde são vendidas mediante pacotes predefinidos, desde os mais simples, com um número reduzido de coberturas (só internamento, por exemplo) e capitais baixos, até aos mais completos, com um vasto leque de coberturas (além de internamento, abrangem consultas de especialidade, estomatologia, óculos e parto) e capitais mais elevados. Alguns seguros também associam redes de bem-estar, que incluem, entre outros, medicinas alternativas, ginásios, centos de massagens.

Pese embora, o seguro não é a melhor solução para todos os casos. Mesmo que o preço não seja um entrave, pode não compensar subscrever um seguro de saúde.

Os seguros de saúde são indicados, por exemplo, para quem pondera ter filhos, vai a muitas consultas no privado ou pretende acautelar uma cirurgia.

Já se o utente tenciona apenas realizar tratamentos dentários ou se, em caso de cirurgia, prefere ser atendido numa unidade do Serviço Nacional de Saúde e está sobretudo interessado em consultas de especialidade no privado, poderá ser mais vantajoso contratar um cartão se saúde.

Uma boa questão de partida é se pode gastar mais de €200,00 por ano. Se a resposta for positiva, deve o consumidor preferir o seguro de saúde; sendo negativa, a melhor opção será um cartão de cartão.

Para que o consumidor possa escolher um seguro com as coberturas mais adequadas às suas necessidades, a DECO disponibiliza um simulador que indica a melhor apólice para o seu caso.

Fonte: GPI DECO-AlgarveParagemAutocarro

 

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

imagem 4

Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

Dia Nacional do Cancro da Mama assinala-se a 30 de outubro. Artigo da médica Matilde Salgado, Assistente Hospitalar de Oncologia do Hospital Pedro Hispano e no Hospital da Luz Póvoa de Varzim.

O cancro da mama metastático é uma forma de doença com origem na mama e se espalha para outros órgãos – pulmões, fígado, ossos, gânglios, cérebro -, e que não tem cura. No entanto, a tendência marcada pelos progressos conseguidos no desenvolvimento de novas opções de tratamento, apontam para um futuro onde cada vez mais mulheres com cancro da mama metastático/avançado tenham uma vida mais longa e com melhor qualidade de vida.

Em Portugal, assim como noutros países desenvolvidos, apenas 5 a 10 por cento dos novos casos de cancro da mama avançado correspondem a um primeiro diagnóstico, o que significa que a grande maioria se deve ao seu reaparecimento. Trata-se de casos de pessoas que anteriormente já tinham tido um diagnóstico de cancro da mama para o qual fizeram os tratamentos indicados, no entanto, ao longo do tratamento ou após a sua conclusão a doença reaparece – recidiva local ou metastização à distância. Apesar de este tipo de doentes se encontrar permanentemente sobre vigilância, quando as queixas deixam de ser habituais, é necessário recorrer ao médico para que possam ser realizados os exames necessários e pertinentes.

Os novos casos de doença avançada atingem, muito frequentemente, a faixa etária compreendida entre os 45 e os 55 anos de idade, altura em que a maioria das mulheres ainda tem uma vida bastante ativa e querem continuar a participar no mercado de trabalho durante e após o tratamento.

Para muitas doentes o regresso ao trabalho com sucesso significa levar uma vida normal, tal como tinham antes de tudo acontecer. Mas nem sempre é simples e as mulheres deparam-se com novos desafios como stress devido à falta de segurança no emprego ou dificuldade em cumprir com compromissos contratuais pois uma pessoa com esta doença tem um tratamento contínuo e vai oscilando na forma como se sente. É importante que exista a oportunidade para criar horários e condições de trabalho adaptadas, como por exemplo trabalhar alguns dias a partir de casa.

No entanto, muitas mulheres com cancro da mama e sobreviventes não estão aptas para regressar ao trabalho com sucesso, independentemente da vontade de o fazerem.

Fonte: MiligramaMatildeSalgadoDra

Começa esta semana o período em que há mais propensão para a Gripe e, com ele, o risco de Pneumonia aumenta quase 100 vezes. Mais do que tratar uma Pneumonia, devemos evitá-la. A vacinação antipneumocócica é a melhor forma de o fazermos.

Embora se registem casos de Pneumonia ao longo de todo o ano, é na época da Gripe que ocorre o maior número de episódios. A interação entre o vírus da Gripe e o pneumococo aumenta o risco de Pneumonia Pneumocócica em quase 100 vezes(1). A vacinação anti-pneumocócica é a melhor forma de prevenir a Pneumonia, doença que, todos os dias, mata 23 pessoas no nosso País.

«Só por si, a Gripe intensifica o risco de Pneumonia.», explica José Alves, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão. «A prevenção continua a ser a melhor solução para travar esta doença».

Os sintomas da Gripe podem ser semelhantes aos da Pneumonia e a maioria da população tem dificuldade em distingui-los podendo, por isso, subvalorizar situações potencialmente graves.

«O conhecimento dos sintomas, o recurso atempado aos cuidados médicos e sobretudo a sua prevenção, com a vacinação contra a gripe  e a vacinação anti-pneumocócica poderão fazer toda a diferença», continua Rui Costa, coordenador do GRESP – Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias da APMGF.

Os quadros de Pneumonia e Gripe uma vez confundidos, podem atrasar a procura de ajuda médica. Tosse com expetoração, febre, calafrios, falta de ar, dor no peito quando se inspira fundo, vómitos, perda de apetite e dores no corpo são sintomas possíveis da Pneumonia, que podem surgir como complicação de uma Gripe. Devemos estar particularmente atentos a quadros de Gripe que não apresentem melhorias, ou que vão piorando de forma continuada.

No entanto, mais do que tratar uma Pneumonia, devemos preveni-la. Podemos fazê-lo em qualquer altura do ano e, no caso dos adultos, basta uma dose única. Pessoas com mais de 65 anos, ou todos os adultos que apresentem co-morbilidades crónicas como diabetes, asma, doença respiratória crónica, doença cardíaca, portadores de VIH e doentes renais, estão mais vulneráveis, e por isso têm particular indicação para a imunização.

A Pneumonia é responsável por, aproximadamente, 1.6 milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

Em Portugal, os custos em tratamentos e internamentos são uma média de 80 milhões de euros por ano, o que significa que, por dia, se gastam 218 mil euros. Custos indiretos, como o absentismo laboral, não estão contemplados nestes cálculos.*

(1) Shrestha S, et al. Identifying the interaction between infl uenza and pneumococcal pneumonia using incidence data. Sci Transl Med 2013. 5(191):191ra84.

* Custos Diretos dos Internamentos hospitalares de adultos com diagnóstico principal de Pneumonia Adquirida na Comunidade em Portugal Continental no período entre 2000 e 2009 (data em submissão): Froes F, Diniz A, Serrado M, Nunes B. Hospital admissions of adults with community acquired pneumonia in Portugal between 2000 and 2009. Eur Respir Journal 2013

Fonte: MultiComMovDoentesVacina

A APED – Associação Portuguesa para o Estudo da Dor lançou ontem a campanha “Movimento para o Futuro”. Este lançamento aconteceu durante o VI Congresso APED/XVI Reunião Iberoamericana de Dor que está a decorrer, até hoje, no Hotel Sana Malhoa, em Lisboa.

Com o mesmo nome do tema do congresso, a campanha “Movimento para o futuro”, pretende promover a utilização do movimento como forma de prevenção e tratamento de estados de dor ligeira a moderada nas suas múltiplas vertentes. “Pretendemos mostrar que o futuro depende da prevenção, daquilo que o doente pode fazer para ajudar-se a si próprio, nomeadamente o envolvimento no seu próprio tratamento. Ao mesmo tempo, pretendemos dar o vislumbre do que é que pode vir a ser o futuro na abordagem, no tratamento e no diagnóstico dos doentes e da dor. Nesse sentido, queremos mostrar aquilo que está a ser feito, tanto em Portugal como nos outros países, bem como o que ainda pode vir a ser realizado”, refere Ana Pedro, presidente da APED, a propósito do lançamento da campanha.

”Temos dedicado muita da nossa atuação, na APED, aos profissionais de saúde e às instituições que definem leis para proteger os doentes e, este ano, decidimos que era altura de dar um impulso grande junto da população - até porque uma população sensibilizada e informada também vai exigir mais aos órgãos decisores” referiu Cláudia Armada, membro dos órgãos diretivos da APED, na sessão de lançamento da campanha. Foi assim proposto um desafio aos alunos da ETIC - Escola de Tecnologias, Inovação e Criação para que criassem “uma campanha de sensibilização para a adoção de comportamentos saudáveis, proteção do sistema músculo-esquelético prevenindo e tratando estados de dor ligeira a moderada e criação de uma associação positiva entre o comportamento e bem-estar geral”, continuou a médica.

A proposta vencedora foi criada pelo aluno de design de comunicação Daniel Fernandes e será agora desenvolvida, promovendo-se futuramente - em conjunto com algumas entidades oficiais, sociedades científicas e associações de doentes - ações de esclarecimento e aconselhamento, bem como outras iniciativas, em diferentes pontos do país com o objetivo de sensibilizar a população para a importância do movimento.

VI Congresso APED/XVI Reunião Iberoamericana de Dor

Organizada pela APED - Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, em conjunto com a Sociedade Espanhola de Dor e a Federação de Sociedades de Dor da America Latina (FEDELAT), arrancou no dia 12 de outubro a XVI Reunião Iberoamericana de Dor e VI Congresso da APED.

A partilha de conhecimentos sobre a dor e sobre as principais dificuldades na prática clinica são os objetivos desta reunião. “Com a participação neste congresso podemos potenciar-nos uns aos outros, nas dificuldades que encontramos, para progredirmos mais no tratamento da dor nos nossos doentes”, refere Ana Pedro, Presidente da Direção da APED.

Na sessão inaugural do congresso, a médica anestesiologista justificou a escolha do tema para o congresso deste ano: “Movimento para o Futuro é o tema por dois motivos: em primeiro lugar, porque esperamos que esta reunião seja um ponto de partida para um movimento de melhoria do tratamento futuro da dor, um futuro em que todos os profissionais tenham acesso às ferramentas necessárias para o tratamento da dor e capacidade para as utilizarem ou para saberem encaminhar os seus doentes, por outro lado, porque “Movimento para o Futuro” é a campanha organizada em parceria com a ETIC e que aqui será lançada”.

Fonte: RX ConsultingPrevenirDORCronica1

PrevenirDORCronica2

 

 

 

 

 

A APED – Associação Portuguesa para o Estudo da Dor lançou hoje a campanha “Movimento para o Futuro”. Este lançamento aconteceu durante o VI Congresso APED/XVI Reunião Iberoamericana de Dor que está a decorrer, até amanhã, no Hotel Sana Malhoa, em Lisboa.

Com o mesmo nome do tema do congresso, a campanha “Movimento para o futuro”, pretende promover a utilização do movimento como forma de prevenção e tratamento de estados de dor ligeira a moderada nas suas múltiplas vertentes. “Pretendemos mostrar que o futuro depende da prevenção, daquilo que o doente pode fazer para ajudar-se a si próprio, nomeadamente o envolvimento no seu próprio tratamento. Ao mesmo tempo, pretendemos dar o vislumbre do que é que pode vir a ser o futuro na abordagem, no tratamento e no diagnóstico dos doentes e da dor. Nesse sentido, queremos mostrar aquilo que está a ser feito, tanto em Portugal como nos outros países, bem como o que ainda pode vir a ser realizado”, refere Ana Pedro, presidente da APED, a propósito do lançamento da campanha.

”Temos dedicado muita da nossa atuação, na APED, aos profissionais de saúde e às instituições que definem leis para proteger os doentes e, este ano, decidimos que era altura de dar um impulso grande junto da população - até porque uma população sensibilizada e informada também vai exigir mais aos órgãos decisores” referiu Cláudia Armada, membro dos órgãos diretivos da APED, na sessão de lançamento da campanha. Foi assim proposto um desafio aos alunos da ETIC - Escola de Tecnologias, Inovação e Criação para que criassem “uma campanha de sensibilização para a adoção de comportamentos saudáveis, proteção do sistema músculo-esquelético prevenindo e tratando estados de dor ligeira a moderada e criação de uma associação positiva entre o comportamento e bem-estar geral”, continuou a médica.

  Cartazes da Campanha "Movimento para o Futuro"

A proposta vencedora foi criada pelo aluno de design de comunicação Daniel Fernandes e será agora desenvolvida, promovendo-se futuramente - em conjunto com algumas entidades oficiais, sociedades científicas e associações de doentes - ações de esclarecimento e aconselhamento, bem como outras iniciativas, em diferentes pontos do país com o objetivo de sensibilizar a população para a importância do movimento.