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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… As contas poupança-reformado tratam-se de produtos financeiros disponíveis para reformados ou pensionistas cuja pensão mensal não exceda, na subscrição, o equivalente a três salários mínimos (1671,00€).

No caso das contas conjuntas, basta o primeiro titular reunir as condições referidas e os restantes titulares serem um dos cônjuges.

A principal vantagem destas contas, para além da possibilidade de efetuar reforços ao valor constituído, é a isenção de tributação dos juros nos montantes até €10.500,00, podendo constituir estas contas com pagamento juros semestral ou anual.

Os titulares podem utilizar as quantias depositadas em qualquer altura e para qualquer fim. No entanto, à semelhança do que acontece com os depósitos a prazo, é preferível esperar pela data de vencimento (seis ou doze meses) para evitar penalizações nos juros.

No caso de ser uma conta conjunta e o primeiro titular falecer, o dinheiro pode ser recuperado pelo segundo titular, sem grandes entraves burocráticos. Caso se trate de uma conta individual, os herdeiros podem ter dificuldades para aceder aos montantes depositados. Terão de apresentar no banco a certidão de óbito do falecido, a escritura de habilitação de herdeiros e a relação de bens.

Se o titular da conta falecer, a isenção fiscal mantém-se até ao final do prazo contratado. Findo esse prazo, a conta caduca e é convertida num depósito a prazo normal.

Contudo, e uma vez que as taxas de remuneração destas aplicações – à semelhança dos tradicionais depósitos a prazo – estão muito baixas e, se tivermos em conta as comissões bancárias aplicáveis, nomeadamente a comissão de manutenção caso se trate de um investimento de pequeno montante, em muitos casos, o consumidor poderá perder dinheiro.Transportes DECOFonte: DECO-Delegação Regional Algarve

A DECO INFORMA…“Utiliza o micro-ondas todos os dias mas ficou confuso com todas as coisas que se ouve dizer sobre este equipamento, será o micro-ondas prejudicial à saúde?”

Para descongelar, cozinhar, grelhar e aquecer, o micro-ondas impôs-se nas nossas cozinhas. Mas se, por um lado, se reconhece a utilidade deste electrodoméstico, por outro continuam a circular dúvidas sobre a sua segurança. Mitos ou verdades descubra abaixo as perguntas mais frequentes:

As radiações alteram a composição dos alimentos? Falso. Os micro-ondas aquecem ou cozinham os alimentos agitando as moléculas de água presentes na sua constituição. Ao cortar a emissão de ondas, estas desaparecem de imediato sem deixar vestígios.

Posso usar recipientes de plástico? Verdadeiro. Algumas caixas podem deformar-se e libertar substâncias tóxicas para os alimentos. Opte por recipientes de vidro ou, no limite, de plástico próprio para micro-ondas. Evite também recipientes metálicos e o papel de alumínio. O metal reflete a radiação, impedindo que esta aqueça os alimentos. Além disso, existe o risco de o micro-ondas provocar faíscas que danificam o interior do aparelho.

Se tentar cozinhar um ovo inteiro no micro-ondas, ele explode? Verdadeiro. Não coloque o ovo inteiro ou com casca no interior do micro-ondas, pois com o aquecimento explode e espalha-se. O ovo deve ser cozinhado sem casca e com a gema furada. Se já estiver cozido e quiser apenas aquecê-lo, corte em pedaços pequenos, também para não explodir.

Posso colocar o micro-ondas a funcionar se estiver vazio? Falso. Se estiver vazio, as ondas não vão incidir em qualquer alimento, o que pode danificar o equipamento.

Se ferver água no micro-ondas, o líquido pode projectar-se? Verdadeiro. Quando a água é fervida no micro-ondas, podem não se produzir as bolhas típicas que surgem ao ferver. Com a introdução de um objecto, como uma colher, ou ao mover-se o recipiente, as bolhas podem surgir, projectar água quente para fora e causar queimaduras.

Desfeitos os mitos e seguindo as regras de segurança do equipamento, lembre-se de que é possível cozinhar saudável no micro-ondas. Há dois aspectos importantes a ter em conta: o modo de cozinhar e os recipientes utilizados.

Poderá consultar o artigo completo em www.deco.proteste.ptTransportes DECOFonte: DECO-Delegação Regional Algarve

A DECO INFORMA… A DECO já reuniu com a Ryanair que garantiu reembolsar os passageiros, reencaminhá-los para outros voos e pagar-lhes as compensações devidas, assim como as despesas justificadas.

Em causa está o cumprimento do artigo 5 do Regulamento Europeu 261/2004, que estabelece que em caso de cancelamento de um voo, o consumidor tem direito a optar entre o reembolso no prazo de 7 dias e o reencaminhamento para o destino final através de um transporte alternativo. Os passageiros têm ainda direito a uma indemnização, exceto se tiverem sido informados do cancelamento:

  • pelo menos 2 semanas antes da hora programada de partida;
  • entre 2 semanas e 7 dias antes da hora programada de partida e se lhes tiver sido oferecido reencaminhamento que permita partir até 2 horas antes da hora programada de partida e chegar ao destino final até 4 horas depois da hora programada de chegada;
  • menos de 7 dias antes da hora programada de partida e se lhes tiver sido oferecido reencaminhamento que lhes permitisse partir até 1 hora antes da hora programada de partida e chegar ao destino final até 2 horas depois da hora programada de chegada.

Os passageiros afetados pelo cancelamento de um voo têm direito à assistência, ou seja, a refeições, bebidas, alojamento, caso de torne necessário, transporte entre aeroporto e alojamento, chamadas telefónicas ou mensagens por correio eletrónico.

Em causa pode estar o pagamento de uma indemnização de:

- € 250 para todos os voos até 1500 Km;

- € 400 para todos os voos intracomunitários com mais de 1500 Km e para todos os outros voos entre 1500 e 3500 Km;

- € 600 para todos os outros voos não mencionados.

No caso da companhia aérea não agir em conformidade, a DECO aconselha os consumidores lesados a apresentarem uma reclamação à Autoridade Nacional da Aviação Civil e a denunciarem a situação na nossa plataforma www.queixasdostransportes.pt.Transportes DECOFonte: DECO-Delegação Regional Algarve

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

Lisboa, 19 de outubro, 2017:  A osteoporose é uma doença silenciosa e o diagnóstico atempado desta patologia pode ser crucial para evitar fraturas da coluna vertebral, um problema altamente incapacitante e com implicações na qualidade de vida dos doentes.

O alerta é da campanha Olhe Pelas Suas Costas, no âmbito do Dia Mundial da Osteoporose que se assinala a 20 de outubro.

O principal sintoma de uma fratura vertebral é a dor súbita e intensa na coluna, podendo também causar deformidades na coluna vertebral ou, mais raramente, alterações das funções neurológicas, comprometendo os membros inferiores.

O diagnóstico da osteoporose é feito através de densitometria óssea, um exame simples de imagiologia, capaz de medir a densidade dos ossos. Bruno Santiago, neurocirurgião, esclarece que “embora o diagnóstico seja de extrema importância, a prevenção é fundamental, através de hábitos de vida saudáveis, nomeadamente uma alimentação equilibrada e a prática de exercício físico. A atividade física assume um papel muito importante na prevenção da osteoporose e das fraturas da coluna vertebral. Por outro lado, o diagnóstico atempado permite iniciar tratamento médico para reduzir o risco de fraturas”.

Relativamente ao tratamento das fraturas vertebrais neste contexto, o médico explica que “inclui um período de repouso, analgésicos, colete ou cinta de suporte da coluna e fisioterapia numa fase posterior. Nos casos em que o tratamento conservador não resulte, a opção terapêutica indicada é a cirurgia. As técnicas cirúrgicas têm evoluído ao longo dos anos e, atualmente, trata-se de uma intervenção minimamente invasiva, em que o doente tem alta até às 24 horas, permitindo uma recuperação rápida e uma melhoria significativa na sua qualidade de vida”, adianta Bruno Santiago.

A osteoporose afeta 12% da população portuguesa e caracteriza-se pela diminuição da massa óssea, tornando os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas. Esta redução da resistência dos ossos pode ocorrer, com frequência, nas vértebras, dando origem às fraturas osteoporóticas da coluna vertebral.

Sobre a campanha Olhe Pelas Suas Costas:

A campanha Olhe pelas Suas Costas visa sensibilizar a população em geral para as dores nas costas, alertar para as suas consequências na vida pessoal e profissional dos portugueses, e educar sobre as formas de prevenção e tratamento existentes. A campanha conta com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia, da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação e da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia.

Para mais informações visite a página de Facebook: https://www.facebook.com/paginaolhepelassuascostas

Fonte: LPM

Artigo de Opinião do Dr. Manuel Tavares de Matos, ortopedista e presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral

A lombalgia define-se como a dor numa área posterior do corpo, entre a ultima costela e a região glútea, com ou sem irradiação pelo membro inferior (ciática), sendo aguda se a duração for de um dia até seis semanas, subaguda até as doze semanas e após esta consideramos estar perante uma lombalgia crónica. Estima-se que 8 em cada 10 pessoas terão um episódio de lombalgia ao longo da sua vida.

Em relação ao curso habitual da doença, 50 a 60% recuperam numa semana, 95% em 3 meses e apenas 5 a 10% dos casos desenvolvem lombalgia crónica, sendo que esta afeta 3 a 4 vezes mais a população entre os 50 e os 60 anos de idade com uma prevalência cerca de 50% mais alta na mulher.

Quanto às causas temos de estar alertas para casos de infeção, de patologia tumoral ou alterações estruturais como escolioses que se possam manifestar deste modo, sendo que o mais habitual é serem consequência de alterações degenerativas dos discos intervertebrais.

Outros fatores podem também contribuir para as lombalgias como estado psicológico; ansiedade, depressão, stress das responsabilidades, stress psicológico no trabalho; fatores psicossociais; intensidade da atividade física no trabalho; movimentos repetidos de rotação, exposição a vibração; tabaco e obesidade.

Para prevenir as lombalgias recomenda-se:

  1. Fortificar a musculatura paravertebral, abdominal e glútea, exercícios de alongamento e estiramento
  2. Evitar uma vida sedentária - Exercícios cardiovasculares – andar, correr, bicicleta, natação
  3. Evitar a posição sentada, esforços em anteflexão do tronco e rotação
  4. Tratar a Obesidade – parece facilitar progressão para cronicidade
  5. Tratar a osteoporose reforçando a estrutura óssea
  6. Tratar os fatores psicosociais como estados depressivos ansiosos e de insatisfação no trabalho
  7. Diminuir a exposição a vibrações
  8. Efetuar o despite da Escoliose
  9. Tratar as doenças primárias e desse modo evitar a manifestação secundária ou sua extensão à coluna (doenças reumáticas, tumores, infeções como p.ex. tuberculose)

A SPPCV foi fundada em 2003 com o objetivo de promoção, estudo, investigação e divulgação das questões inerentes à problemática da prevenção, diagnóstico e tratamento das patologias da coluna vertebral. Para mais informações consulte http://sppcv.org/Tavares Matos DrFonte: Miligrama

 

Dia Mundial da Alimentação assinala-se a 16 de outubro. A Alzheimer Portugal alerta para os cuidados que as pessoas com demência devem ter com a sua alimentação, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, que se assinala a 16 de outubro.

“A desnutrição é um dos graves problemas que afeta as pessoas com demência porque muitas vezes têm falta de apetite ou esquecem-se de comer ou beber, esquecem-se de como mastigar ou engolir, ou não conseguem reconhecer um alimento ou bebida”, explica o Presidente da Alzheimer Portugal, José Carreira. E acrescenta que “por vezes, pode ser útil um relógio com um alarme ou um simples telefonema de um familiar para recordar a hora das refeições. Sempre que possível, recomenda-se que a pessoa com demência coma ao mesmo tempo que os familiares ou amigos”.

Para explicar a importância da nutrição na pessoa com demência, a Alzheimer Portugal vai promover um workshop, no dia 4 de dezembro, entre as 14h e as 17h, em Lisboa.

Para saber mais informações consulte o site: http://alzheimerportugal.org/pt ou entre em contacto através do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A Alzheimer Portugal é a única organização em Portugal, de âmbito nacional, especificamente constituída com o objetivo de promover a qualidade de vida das pessoas com doença de Alzheimer e dos seus familiares e cuidadores. Pode consultar o site da associação através do endereço www.alzheimerportugal.org.

A Organização Mundial de Saúde estima que em todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência, número que pode atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5 milhões. A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).

Fonte: miligrama