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Destaque

Solta-mente

Solta-Mente: 'Quebra-Cabeças Balnear'

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29 maio 2020

Estou aqui a coçar a cabeça de confusão, pois foram divulgadas as lotações máximas das praias. Parece que medindo o areal (contando com maré vazia e preia-mar), parqueamento disponível, acessos e outras condições, e fazendo contas a uma ocupação de 8,5 metros quadrados por cabeça de veraneante, apareceram uns números de lotação máxima por praia que, alegadamente, permitem o isolamento social e a segurança.

Algumas vozes se levantaram contra os números desta ou daquela praia. Algumas pessoas acharam as contas mal feitas. A minha dúvida não são os números. Antes do Covid19 as praias já tinham capacidades máximas, de risco ambiental, que eram excedidas e ignoradas Verão após Verão. O caso é que olhei para a informação disponibilizada e não consigo compreender como será feito o controlo do areal, por quem, com que bases, com que excepções e acima de tudo, com que direito. 

Consta que será o ISN e Polícia Marítima, no areal e talvez à entrada, ou nos estacionamentos, com uma ajudinha de uma aplicação para smartphones, para quem se sabe desenrascar com esses equipamentos, o que me faz sorrir um bocadinho. O Covid19 obrigou-nos a dar um derradeiro salto tecnológico.

Ainda assim, nem todas as pessoas têm cabeça para aplicações nos telemóveis. Nem todas as pessoas vão de automóvel para a praia. Há quem vá de bicicleta, de combóio, de autocarro, e, aqui para as minhas bandas, de barco de carreira. Será que vão andar a contar cabeças? Onde? 

E aquelas pessoas que têm o mau hábito, incivilizado e de maus fígados, de marcar lugar bem cedo, como foi reportagem, ano após ano, em Quarteira? E toda a frustração que se acumula a quem, após percorridos alguns quilómetros de costa, de não haver lugar em praia nenhuma, com as crianças a dar-lhes cabo da cabeça? 

E no acesso às ilhas barreira? É que uma coisa é ir para a praia, outra coisa é quem tem lá casa e veio comprar sabe-se lá o quê, a terra. Se a praia estiver na sua lotação máxima, as pessoas não vão poder deslocar-se até casa, enquanto os outros não regressarem? Ou não se controlam as passagens nos barcos, e após pagarem os bilhetes da travessia, dizem aos banhistas que a lotação de cabeças daquela praia está esgotada e que têm de voltar a apanhar barco para trás?

Será proibição, ou apenas recomendação? Com que bases, com que direito, e como se conseguirá controlar e aconselhar uma população cansada, ávida de mar e que parece perder a cabeça quando chega a bem nomeada “silly season”? Espero estar errada nisto, mas daqui de onde estou sentada, parece que vai haver muita gente ao estalo. E perante este quebra-cabeças balnear, estou aqui a coçar a cabeça a achar que podem rolar cabeças se isto não for planeado com cabecinha…

Selma NunesQuebraCabecaBalnear

Tempo de Crónicas

Memórias de Sempre mais à Tona, nesta Altura de Pandemia

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27 maio 2020

Momentos como estes que estamos vivendo, parece-me que recordar vem mais ao de cima de muito que nos marca, que duma ou de outra maneira está impregnado no pensamento. Provávelmente o narrativo da racionalidade faz-nos despertar mais em alturas de crise. Desta que o mundo mergulhou de súbito, a memória deu auge a lembranças que a vida vem trazendo ao longo dos tempos.

Das várias, um desses lembrares foi-me reforçado nesta segunda-feira 25, Dia de Memorial Day, com mensagens e cerimónias virtuais à tona desta vez por causa da pandemia Covid -19. Este feriado sempre muito patente na sociedade Estado-Unidense, e que das paradas deste dia já assisti três vezes. Da primeira há trinta e um anos lá fui ver o desfile da Graduação da Brown University na cidade de Providence.

O memorial Day, é em tributo para com os soldados mulheres e homens norte-americanos tombados em todas as guerras, para aqui menciono da segunda guerra mundial o desembarque na Normandia, que mereceu em termos musicais a Marcha o ''Dia Mais Longo'' interpretada em várias versões. Prefiro, Mitch Miller-The Longest Day(instrumental.) Do filme vi-o quando era emigrante lá por terras do herói Charles de Gaule.

Pelo Memorial Day, em Massachusetts, foi interessante ver o mais velho dos netos desfilar há catorze anos, como o tempo passa, é suposto graduar só por daqui mais de dois meses. Adiamento por causa desta altura de pandemia que afeta todo o mundo. Promete ser inesquecível a cerimónia da graduação. Será no vizinho estado de Rhode Island porque aí tem frequentado Universidade.

Da terceira parada do Memorial Day, foi para ver o neto mais novo desfilando, ele vibra de entusiasmo por esta coisa de funções em que as pessoas usam fardas com divisas, galões, e de estrelas.

Os meninos como gosto de chamar-lhes mais a menina têm morado a quase uma centena de quilómetros de distância, assim, normalmente è uma alegria quando estamos juntos, mais à tona para memórias de maior autenticidade. Com a atual situação  visitas duas em dois meses e desviados. No que vejo nos criados perto e com os avózinhos sempre às festinhas o caldo entorna-se mais fácil. Mas amãnham-se do melhor que podem porque assim mesmo è a vida.

Deste natural do Algarve, quanto aos meus relembro-os do memorizado, muito no campo do papel, desde pequeninos, aniversários graduações do ensino secundário, ou do Natal. - Envio de liberdade ver imagens de anos ou de antes da pandemia.- Das recentes, se è daquelas que circulam nas redes sociais com pessoas coladas umas às outras nesta altura de distanciamento fisíco, e que poêm a mais bela do digital para apresentarem do mais lindo, isso não serve de exemplo, esquecem-se que o virus è coisa invisível.

Humanos que somos temos ideias, consola-nos olhar fotografias que nos são memoráveis, atribuimos-lhe valor, e como è natural falando por min das que não apaguei até agora, poderão continuar por muitos e mais anos.

Ireneu Vidal da Fonseca, Massachusetts, EUA

MemoriasTempoCronicas

Solta-mente

Solta-Mente: Os Benefícios do Distanciamento Social

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22 maio 2020

Sobre as regras de distanciamento social para um desconfinamento gradual com o menor risco possível, compreendo a chatice extra e a ginástica de logística que os fornecedores de bens e serviços vão ter durante estes tempos. Todo o processo poderá ter não apenas custos, no investimento em novos métodos de trabalho e em produtos, mas também menos facturação, por não conseguirem rentabilizar todo o espaço que lhes está destinado, principalmente no sector do turismo e restauração, tudo isto, logo após encerramentos que condicionaram gravemente os seus rendimentos e os dos seus clientes.

Compreendo de igual forma o calor e a vontade que as pessoas estão a sentir de sair de casa. Pessoas que perderam empregos ou rendimentos, ou ambos, e que ficaram em casa tanto tempo, sem poder sair. E agora chegam as temperaturas altas e ir à praia pode ser uma libertação, um pequeno miminho, após se ter passado por tanto.

Muitas pessoas vão tentar ir e não vão conseguir - isso vai gerar ainda mais frustrações do que aquelas que costumamos ver todos os anos na nossa região. Não sei até onde poderão as mesmas ser insufladas, se todos os anos, sem restrições as pessoas se zangam, pelo estacionamento, pelo lugar, pela mesa, por tudo o que pensem que possa estar a afectar-lhes a felicidade, quanto mais, após um longo período de abstenção de diversão e consumo.

Não obstante compreender isso, também consigo ver as coisas de outra perspectiva: a optimista. E corro o risco de ser chamada de anti social por escrever isto. Quem me conhece saberá se o serei e dirá que não. Por mim, acho que não chego a tanto.

As restrições estão ligadas ao risco de infecção por Covid19. A meu ver, estar na praia com pessoas desconhecidas a uma distância de segurança de metros, é um sonho, é qualidade de vida. Nem preciso de lá estar muito tempo a ocupar lugar, se cumprido e se for possível, até vai saber bem.

No supermercado, estar a mais de um metro da barriga suada de alguém que não conheço é fantástico. Que me desculpem as pessoas, mas eu… não gosto de apertos.

Não gosto de estar envolta num mar de desconhecidos e para ser sincera, como algarvia, evito ir à praia em Agosto exactamente por isso. Quando vou, fico sempre com a impressão de que as pessoas estão à beira da loucura, querem lá chegar antes de toda a gente, estão irritadas, e eu não tenho paciência.

Nos cafés e restaurantes, a distância das mesas vai proporcionar mais privacidade. Digam lá que nunca repararam que a vossa conversa estava a ser seguida atentamente por desconhecidos, ou desconhecidas, sem qualquer interesse, só porque podiam? Pareço uma dondoca privilegiada a exaltar os benefícios de produtos caros, mas algum do distanciamento social tem, para mim, um lado bastante positivo. Atrevo-me a afirmar, que até é relaxante saber que o poderei praticar impune e responsavelmente.

Selma Nunes

SoltaMenteDistanciamSocial

 

Solta-mente

Solta-mente: "Os 850 Milhões nas Sombras"

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15 maio 2020

“Os 850 Milhões nas Sombras” está longe de poder vir a ser um clássico literário consagrado, alguns comentadores concordam que a novela estará presente nas nossas vidas e no pequeno ecrã, como se de um drama épico se tratasse. E talvez, ético. Talvez.

Esta densa trama ideológica político-erótica satírica épico-ética começa nos conturbados anos da insolvência nacional, que face às demandas de uma “troika” e de uma política neoliberal centrada em aliviar participação de Estado através de privatizações, se cortou um banco em dois: o bom e o mau. Muita tinta económica depois, começaram as vendas e estas vendas foram feitas com garantias de Estado.

Entretanto, o governo mudou, os portugueses trabalharam muito e a economia cresceu, os ventos estavam auspiciosos, até que aparece uma pandemia que obriga a parar a economia. A oposição deixa de o ser, por imperativa necessidade sanitária, mas depois, acorda.

Ao mesmo tempo, já estavam previstas as transferências das garantias anteriores no orçamento. A oposição começou a fazer o que é suposto (boa e má oposição) e como em todos os grandes amores, fazem-se promessas ambiciosas, tão apaziguadoras como impossíveis de cumprir e chega-se ao clímax, com uma transferência de 850 milhões, sem que a prometida auditoria fosse feita, porque afinal, não era necessária. Isto pode dar como finda uma temporada, em estrondo, com quebra de promessas e de confianças, lágrimas, desamores, enfim…

O core do episódio começa na Assembleia da República, em grupo, e que se prolongou noite fora, a dois, com os jornalistas à espera, ao frio, do fim de uma reunião, para uma declaraçãozinha e para tentar perceber quem é o herói e o anti-herói, ou se vem dali um admirável mundo novo.

As emoções estavam ao rubro, pois pensava-se ser o episódio final de uma temporada, e porque podia ser desastrosamente excitante (como na Guerra dos Tronos). Contudo, não foi assim. Afinal, apenas anunciaram mais episódios, dando uma nova volta à narrativa. Por sinal, a temporada ainda está a meio e os jornalistas ficaram gelados de estar a olhar para a porta. No meu imaginário, jantaram sandes de frango enquanto esperavam. Estavam frias, também, as sandes. E esta foi “850 Milhões nas Sombras”, já muito depois do lusco-fusco, uma novela que tem arrebatado os bolsos dos portugueses já desde o tempo da “Troika”.

Selma Nunes

MilhoesSombras

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