Cuidado com a publicidade agressiva!
Se por um lado a televisão e a publicidade, num espaço publicitário de 10 minutos, vendem 20 produtos diferentes para ajudar ou resolver milagrosamente os problemas de peso e a celulite, por outro lado oferecem programas de entretenimento onde para se perder peso é preciso se sacrificar, se humilhar e levar o corpo ao limite.
Quando me abordam sobre o assunto em consulta ou em conversas, fico realmente apreensiva porque se não estivesse tão segura sobre este assunto também estaria cheia de dúvidas.
Mas o que me preocupa ainda mais é que tudo isto acentua ainda mais o conceito que dieta e perda de peso é algo altamente penalizante e inflexível, e na época em que vivemos todos os trabalhos e sacrifícios são substituídos por alguma coisa que se compra.
Ou seja, os profissionais de saúde têm que redobrar o esforço para conseguir passar a mensagem que comer bem é viver melhor e para isso basta ter hábitos de vida saudáveis, que são diferentes para toda a gente e não passam por dietas altamente limitadas nem atividade física até desmaiar.
Mas por outro lado, também é preciso que as pessoas entendam que nada se consegue sem trabalho e disciplina e é muito importante termos objetivos que sejam realistas.
Não me alongo mais, porque gostaria que lessem o artigo que sugiro a seguir e com o qual me identifico plenamente: O (mau) exemplo do “Peso pesado”
Conceição Jardim
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Técnicas de Saúde
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